Última atualização: 28/01/08

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Saída do Reino Unido do Consórcio Gemini

Como já foi comunicado em outra ocasião, o Science and Technology Facility Council - STFC do Reino Unido comunicou dificuldades para permanecer como membro do consórcio Gemini. Uma proposta do Reino Unido para modificar seu status no consórcio foi rejeitada pelo Gemini Board em uma reunião extraordinária no dia 24 de janeiro. Conseqüentemente, o Board constatou formalmente que o Reino Unido se retirou do consórcio, e votou em uma série de resoluções que tratam do assunto e das conseqüências imediatas para o Observatório. Detalhes encontram-se nos seguintes links:

Pronunciamento do Gemini Board

Resoluções do Gemini Board

Pronunciamento do STFC

Comunicamos aqui a firme intenção do Gemini Board em manter, através da atuação dos demais parceiros do consórcio, a continuidade das operações do Observatório, e a exploração das oportunidades científicas apresentadas pelo mesmo nesta fase de transição, após a saída do Reino Unido.

Os diversos órgãos e comitês do Gemini trabalham para reestruturar o consórcio, buscando soluções para garantir o financiamento futuro do Observatório. Existem, como opções, o aumento das cotas de alguns ou de todos os parceiros remanescentes, ou a admissão de novos parceiros (se houver). Nesta situação, o Brasil deverá definir sua posição em um consórcio reestruturado. O LNA, como Escritório Nacional, está em contato com o MCT no que se refere ao assunto. Entretanto, julgamos importante ouvir as opiniões da comunidade antes de tomar uma decisão.

A faixa de opções inclui manter a cota atual da participação brasileira em 2,5% (opção viável apenas se outros parceiros resolverem aumentar sua cota acima do valor proporcional, para compensar a saída do Reino Unido); elevar a cota brasileira para 3,28%, assumindo uma parte da cota do Reino Unido, proporcional a atual cota brasileira (opção mínima caso não haja outros parceiros dispostos a elevar sua cota acima do valor proporcional); ou elevar a cota brasileira mais ainda (lembrando que a intenção inicial da comunidade brasileira era de adquirir uma participação de 5% no Gemini). Qualquer decisão que for tomada agora irá valer até o final de 2012, quando termina a vigência do atual contrato sobre o Gemini. Note-se ainda que conforme o convênio sobre o Gemini o Reino Unido tem a obrigação em continuar contribuindo normalmente aos custos operacionais por mais dois anos, sem ter direito de acesso aos telescópios.

Favor enviar manifestações de opiniões para o Diretor do LNA .