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Comentários e Sugestões:
webmast@lna.br
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Telescópio
Canadá-França-Havaí
CFHT
FOI PERGUNTADO
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Perguntas diversas feitas por usuários brasileiros
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Brasileiros
e seus colaboradores (franceses, neste exemplo) podem apresentar
propostas conjuntas e simultâneas via Brasil e via França. Ambos grupos
devem especificar que se trata de uma proposta conjunta, cada um para
seu país. Neste caso, cada país tem sua quota de tempo e é dentro
dela que as respectivas partilhas se dão. No caso do Brasil, a cada
semestre, não podemos pedir menos de 5 noites e nem mais de 10. Veja
também a resposta abaixo.
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Varia de 5 a 10 noites. Já o cálculo das horas depende do instrumento. Veja a resposta baixo.
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ESPaDOnS = 7,5 horas/noite
MegaCam = 5,5 horas/noite
WIRCam = 6,0 horas/noite
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Não, qualquer instrumento pode ser pedido em qualquer semestre.
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Não é
competição internacional: o Brasil, através do MCT, assinou acordo de
uso do CFHT na qualidade de "comunidade colaboradora", que se
traduz em "compra de tempo de telescópio".
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Os
brasileiros pedem tempo ao CFHT online, através do NorthStar. O CFHT
faz a análise da justificativa técnica e remete os projetos e cada
avaliação técnica para a SECOP-CFHT no LNA, que as envia a membros da
CP-SOAR, onde o processo de avaliação de mérito científico termina com
a escolha dos projetos que receberão tempo de telescópio. Ao final, o
ranking das propostas aceitas vão diretamente para o TAC do CFHT que, a
menos de algum impedimento grave, insere os programas na fila, por
exemplo. Observações em modo clássico são possíveis, mas bastante
incomuns.
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Terminará com o semestre 2011B.
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Valem aqui as regras do Gemini em http://www.lna.br/gemini/ngo/GemNTAC.html onde se lê:
Regras para Propostas
A
Comissão Nacional de Programas Brasileira (NTAC) estabeleceu algumas
regras para propostas científicas da comunidade astronômica brasileira
para os telescópios Gemini:
I - Quem pode submeter propostas à NTAC brasileira?
O
investigador principal (PI) de proposta científica submetida à NTAC
Brasileira deve ser um astrônomo cumprindo uma das condições seguintes:
*
trabalha atualmente (com vínculo empregatício ou com bolsa) em
instituição de pesquisa/ensino brasileira na área de astronomia ou
afins;
*
trabalha temporariamente (por período não superior a dois anos) no
exterior e tem vínculo empregatício com instituição de pesquisa/ensino
brasileira na área de astronomia ou afim;
* ser bolsista de órgão de fomento à pesquisa brasileiro;
--> Entende-se, entao, que se você tem bolsa brasileira (CNPq, etc.), pode, sim, pedir tempo brasileiro no CFHT.
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Sim:
snapshots não são contadas como tempo brasileiro. Neste tipo de pedido,
o CFHT prefere alvos distribuídos por todo o céu e não aceita
especificação de qualquer tipo de clima.
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Não há restrições de instrumento no contrato.
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Para acompanhar a execucao dos projetos, de modo geral:
http://www.cfht.hawaii.edu/en/science/QSO/#news
para cada instrumento:
http://www.cfht.hawaii.edu/Instruments/Queue/espadons_stats/
e para todos:
http://www.cfht.hawaii.edu/Instruments/Queue/statistics/
além disso, para saber a % de seu projeto em particular:
http://qso.cfht.hawaii.edu:2001/Instruments/Queue/NR/index.cfm (night reports)
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Não:
brasileiros também podem submeter projetos para serem realizados em
modo clássico (presencial). Neste caso, o PI arca com os custos
da viagem. O PI pode fazer-se acompanhar de colega(s), se
assim desejar, e o CFHT providencia um assistente noturno para o
período e um astrônomo de apoio para a primeira metade da primeira
noite, a título de treinamento.
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Se o programa aceitou seu pedido, ele está no CFHT pronto para que eles avaliem a justificativa técnica.
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Certifique-se que o ISP/firewall da sua instituição permite acesso à porta 8180 - pergunte ao seu system manager.
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Nadine
Manset, astrônoma residente do CFHT e Gerente do QSO, informou que os
usuários do ESPaDOnS em modo polarimétrico podem deparar-se com “cross
talk” variável em escala de horas. Eis o restante de seu comunicado:
“Nossos testes mais recentes com o ESPaDOnS revelam que o cross-talk
aumentou entre dezembro de 2008 (2,1%) e maio de 2009 (até 4,4%), além
de variar em escala de horas (medidas feitas em uma mesma noite podem
apresentar diferentes níveis de cross-talk).
Testes
realizados extensivamente tanto em laboratório como com o céu sugerem a
possibilidade do cross-talk ser gerado não apenas no tripleto de
lentes, mas também no Corretor de Dispersão Atmosférica - ADC. Este
cross talk afeta apenas as observações feitas em modo polarimétrico
(espectroscópico não). Além disto, o cross-talk (da polarização linear
para a circular evice-versa) afeta principalmente os alvos que apresentam tanto uma como outra.
Isto significa que:
1. Os dados obtidos com ESPaDOnS em modo polarimétrico até o momento
possuem uma componente cross-talk variável com o tempo
(provavelmente produzida pelo ADC),
2. Todos os PIs de projetos com o ESPaDOnS devem levar esse fato em consideração ao interpretarem seus dados,
3. CFHT continua investigando a origem e possíveis formas de
correção do problema de cross-talk. Em particular, CFHT possui
planos de melhorar o ADC, mas isto não deverá ocorrer a tempo para o
período 2009B.
4. Os PIs que tiverem dúvidas e/ou comentários sobre este cross-talk
variável devem entrar em contato com a equipe do QSO
imediatamente: qsoteam AT cfht.hawaii.edu.
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Certifique-se que o ISP/firewall da sua instituição permite acesso à porta 2001 - pergunte ao seu system manager.
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GriF não é mais oferecido para uso com o AOB/KIR. As
páginas web do CFHT já foram atualizadas no sentido de deixar clara
essa informação.
Em 2010B, AOB/Kir é oferecido apenas no modo de
imagemamento. Usuários brasileiros interessados no uso do instrumento
no futuro devem manifestar-se junto ao LNA para levaros esse interesse
ao conhecimento do CFHT. É possível solicitar o AOB/KIR em modo
clássico.
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